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Goiânia · LC 161/2020 · EC 65/2019 · GoiásPrev

A aposentadoria do servidor goiano não se calcula com regra de INSS.

Simulador feito sobre o RPPS do Estado de Goiás: pontos, pedágio, magistério, carreiras de segurança, CTC, CNIS e PPP. Depois, o dossiê segue para o escritório que atua nesse nicho — não para um formulário genérico.

Os números saem na hora. A conferência documental é o que a GoiásPrev realmente usa.

O que o calculador genérico erra

Quatro casos em que a regra federal não serve para o servidor do Estado.

Professora da SEDUC com tempo de coordenação

O art. 69 conta direção e coordenação pedagógica. A GoiásPrev recusa esses períodos com frequência. INSS nem sequer enxerga o cargo.

Técnico da SES com PPP incompleto

Insalubridade no contracheque não é aposentadoria especial. Sem PPP e LTCAT com agente nocivo, o pedido especial não protocola.

Policial penal depois da LC 214/2026

A lei de junho de 2026 igualou 55 anos / 30 de contribuição / 25 de carreira para PC, PP e socioeducativo. Simulador antigo ainda cobra a regra de 2019.

Aposentado com desconto de 14,25% abaixo do teto

A alíquota do inativo incide sobre a parcela que supera o teto do RGPS (R$ 8.475,55 em 2026). Cobrança sobre o benefício inteiro é hipótese clássica de revisão.

Godoy & Cardoso

Você sai com a conta. O escritório entra no documento.

Não trancamos número atrás de cadastro. A simulação é inteira. O que o escritório faz — e o que nenhum extrato da GoiásPrev faz sozinho — é confrontar CTC, CNIS, ficha funcional e contracheque com a regra que o sistema aplicou.

  • Dossiê no WhatsApp do escritório

    Um texto pronto para o WhatsApp, com regra, data e pontos de atenção.

  • Legislação estadual na mesa

    LC 161, EC 65, LC 214/2026 — não a tabela do RGPS.

  • Revisão para quem já se aposentou

    O escritório vive de quem o órgão calculou curto, não só de quem ainda vai pedir.